domingo, 13 de novembro de 2016

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Postagem Teste

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Vocação para o Mal - Robert Galbraith

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Depois do sucesso pela inovação no gênero de romance policial através dos livros “O Chamado do Cuco” e o mais aclamado “O Bicho da Seda”, Robert Galbraith, ou para os íntimos J.K Rowling, lança o terceiro livro da série “Vocação para o Mal”, que chegou às livrarias do Brasil no dia 18 de Abril pela Editora Rocco. Como as investigações de cada livro são pontuais, não precisa necessariamente ser lidos na ordem, mas recomendo ler por conta do amadurecimento e desenvolvimento dos personagens. A resenha dos outros volumes você encontra facilmente aqui no blog pelo link abaixo.

Típico livro de detetive, temos um mistério que precisava ser solucionado, com um enredo muito interessante: começamos a história pelo ponto de vista do assassino, que assemelha e muito com uma releitura de Jack Estripador do séc. XXI, e possui como alvo principal Robin, ou como ele prefere chamar: A Secretária, derivado por um sentimento de vingança que nutre contra Strike. 

De forma bem mais complexa e após a fama obtida nos dois casos de homicídios, o passado do detetive retoma ao presente, agora de forma mais sombria e com ele os sentimentos, lembranças dolorosas e inimigos por ora esquecidos, através de crimes embalados nas letras das músicas da Banda Blue Öyster Cult.   

Desta vez, passamos a conhecer com profundidade psicológica os personagens, principalmente a história de Robin e Comoram Strike, que nos outros exemplares foram tratados superficialmente, mas não há dúvidas que ainda há muito para ser explorado.  Neste trabalho os limites da relação deles encontram-se embaçados, um não sabe o que é para o outro. Ah, como shippo esse casal, eles não têm noção. Cada momento que passa, percebemos o quanto um foi feito para o outro, mas ambos preferem repelir seus desejos em prol da profissão e no fundo vivem relacionamentos conflituosos e fadados ao fracasso. 

A escritora vem surpreendendo muito com uma grande evolução no desenvolvimento do seu trabalho ao caprichar nas cenas de crueldade á sangue frio derivados de crimes tão medonhos (estupro, pedofilia, relações abusivas e um perturbador distúrbio psicológico), incorporando tudo isso a nossa realidade contemporânea, relatando acontecimentos “meio recentes”, como o casamento real de Kate Midleton e o Príncipe Willian. 

A trama é tão bem desenvolvida que chega a certo ponto que é complicado tentar prever o possível assassino, até o momento que descubro, depois de ter suspeitado de todos, rs. Mais uma vez terminei minha leitura com vontade de ter todos os outros. Siiim, ao que tudo indica, serão cinco volumes, mas até agora só temos três. Rezando para publicar os outros e tê-los em mãos!

Ficha Técnica:

Título: Vocação para o mal
Autor: Robert Galbraith
Páginas: 496
Ano: 2016
Editora: Rocco

Link de Acesso:


Turista Literário - Mês de Outubro 2016

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Minha segunda viagem do Turista Literário do mês de Outubro. O destino dessa vez é Alemanha Pós Segunda Guerra, num passado muito diferente do conhecido, através do livro Lobo por Lobo de Ryan Graudin, Editora Seguinte, que acontece em pleno ano de 1956, e traz uma grande competição: o Tour do Eixo, uma corrida de motocicletas pelos países conquistados. A protagonista da obra é uma mulher judia chamada Yael, que se disfarça de Adele Wolfe, para tentar participar da corrida e chegar em primeiro lugar, para alcançar um objetivo - se aproximar do Füher e dar um fim em seu reinado de terror. Será que ela vai conseguir a tarefa mais difícil da história?

Só pelo fato de apresentar meu assunto preferido, já estou encantada! E nesse ritmo eletrizante carregamos para viagem alguns itens essenciais: Uma barrinha energética dos campeões, para revigorar as energias; uma boneca matrioska da Babusha, que na Rússia simboliza afeto e família, em forma de sabonete, de um cheiro incrível; uma playlist de arrancar o fôlego e um jogo americano com o mapa exclusivo da história! 

Realmente, esse mês em comparação aos passados não foi "Ô nossa" no tocante aos itens correspondentes, mas eu gostei e já estou me preparando para o mês de novembro que segundo as administradoras será de enlouquecer.

Breve vamos á leitura e resenha!

P.S: Uma curiosidade sobre a Editora deste mês é que ela traz seus respectivos marcadores no fundo da capa, bastando apenas recortá-los.

Dica do Mês de Novembro:
1) A história se passa em um tempo que não é o presente
2) A protagonista é mulher (e arrasa!)
3) A obra de novembro é de um estilo diferente de contar história

Fico tentando adivinhar cada livro dos meses, mas sempre acabo errando são inúmeras as possibilidades e a gente sempre tenta se iludir ao acreditar ser algum que já esteja na lista. Não que tenha me arrependido de cada livro novo que dei uma oportunidade. Qual vocês acham que pode ser? Deixa seu palpite aqui embaixo. 

Pets: a vida secreta dos bichos (Filme)

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Tem um tempinho que não postamos resenha de filmes, quiçá de animação. E o ano de 2016 trouxe muitas novidades desse ramo e algumas até já assisti, mas em meio à correria da vida não tive chance ainda de resenhar metade delas, com calma tudo vai se ajeitando e vou compartilhando minhas impressões com vocês. O que cada uma delas traz de bom é que agora vem com conteúdo para agradar não apenas as crianças, mas também fascinar os adultos. E comigo o resultado tem sido bastante positivo, ao conseguir arrancar gostosas risadas! : )

De uma narrativa simples e bastante inovadora, o longo traz um questionamento que acredito que todos que tenham bichinhos de estimação se perguntem: O que eles fazem na nossa ausência? Ou talvez, só eu tenha tamanha imaginação, mas durante muito tempo fiquei intrigada. Principalmente para quem cria gato e cachorro juntos e se durante a nossa presença é aquela confusão, imagine sem a devida inspeção, rs.

Pets – a vida secreta dos bichos, da Illumination Entertainment, retrata exatamente sobre esse assunto, o que os animais aprontam sem a presença dos seus donos. De um humor leve e bastante agradável é dessa forma que somos apresentados ao nosso protagonista o Max, um cãozinho de estimação apaixonado por sua dona e acostumado em ser filho único que vê sua vida de cabeça para baixo quando ganha um irmão vira-lata rechonchudo chamado Duke. Acostumado a não ter que dividir suas coisas com ninguém, principalmente atenção da sua dona, ele agora terá que aprender a conviver e respeitar as diferenças para conviver harmoniosamente poder voltar sãos e salvos para casa, o que dá para fazer uma comparação com a vida real e refletir profundamente. 

Como convivem em um prédio, conhecemos outros bichinhos encantadores, desde peixinhos dourados até passarinhos, e notamos o quanto complexas são as vidas sociais de cada um. E num dia ensolarado, Max e Duke se perdem nas ruas de Nova York e encontram uma gangue de animais de estimação rebeldes, que foram maltratados por seus donos, liderados por um coelho vingativo que passam a persegui-los, criando uma grande confusão envolvendo esgotos, explosões, carrocinhas e pontos famosos da cidade de Nova York.

Desde a disponibilização do trailer em 2015, o filme cria grandes expectativas e mostrou desde logo ao promissor sucesso que teria. Os personagens nos encantam não apenas por serem bichos de estimação, mas pelas suas características e personalidades bem desenvolvidas, atreladas as que conhecemos, e se assemelham muito a realidade, provocando muitas risadas diante de situações muito absurdas, como por exemplo, o cachorro que fica muito tempo sozinho em casa e faz festas convidando vários amigos – bem extravagantes.  

Este trabalho não explora o que os humanos fazem em seu período fora, portanto o filme se passa de maneira proposital em apenas um dia, e a ideia proposta foi alcançada de forma sublime, como se cada animal tivesse sua vida secreta, desconhecida pelo seu dono. E embora a inúmera aventura vivenciada por cada um é bonito ver que para eles é gratificante esperar e estar ao lado do seu dono. Será? Não sou muito fã de filmes dublados, mas a atribuir vozes brasileiras, como a de Danton Mello caiu super bem e pude me sentir em casa e bastante confortável.   

Não se trata de um filme ruim, no entanto logo para seu final acho que o diretor se perdeu um pouquinho ao estabelecer muita ação e pouco enredo sem desenvolver melhor a sub-tramas dos personagens, não dando espaço para se tornarem memoráveis, o que pode ser estabelecido desde logo um comparativo com Procurando Dory, pelas confusões no trânsito, gaiolas e outros aspectos. Mesmo com esse defeito considero uma animação válida para ser assistida por toda família, principalmente pela mensagem que traz a respeito da importância dela, seja qual for: tradicional ou homoparental, além do amor incondicional pelos animais. 

O Feiticeiro de Terramar - Ursula K.Le Guin

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Este livro dispensa apresentação, embora de forma inexplicável chega ao Brasil depois de décadas (1960), criando-se o estigma em cima dele, por teorias conspirarem ser a fonte de inspiração para a origem  do universo Harry Potter, da nossa musa J.K.Rowling.

Então a partir dessas informações, logo despertei uma certa curiosidade para conhecer a tal história pioneira que me influenciou a adentrar no mundo magia a ponto de não querer mais voltar ao mundo real. E mesmo muito antes de ler, criei grandes expectativas.

De fato, existem alguns pontos que nitidamente percebemos e nos identificamos com a história de HP, o fato do feiticeiro retratado também ser órfão de mãe, de possuir cicatrizes no rosto derivado de um contato com um mal maior, de ter sido criado ainda que rapidamente por uma tia e ter ingressado numa escola de magia, mas confesso que não me transportou ao cenário de esplendor e de muita imaginação da Rowling. 

Na minha humilde opinião e para quem talvez tenha conhecido a história "O Nome do Vento" do escritor Patrick Rothfuss, consiga se identificar de modo mais satisfatório, pelos elementos que trazem como a importância do nome das coisas, da própria jornada do mago nas ilhas e até da Escola de Magia. Mas para quem, não teve a oportunidade de adentrar ainda em nenhum universo deste... “Senta que lá vem a história!” Sempre gostei dessa referência trazida pelo canal da TVE, rs

O Feiticeiro de Terramar trata a respeito da jornada e transformação de um mago – Ged, garoto prodígio que tem um destino de se tornar um grande feiticeiro - e mais do que só uma história qualquer, este trabalho veio para quebrar todos os estigmas das narrativas da sua época (período supracitado) deixando para trás todo o estereótipo construído até então – heróis brancos, nas figuras do homens dominadores e fortes, da presença das mulheres apenas como objeto sexual, ou, símbolo de destruição e trevas e acontece bem distante dos cenários de guerras, sem a presença de oprimidos e opressores, retratado nas histórias épicas.

Neste contexto a jornada já citada do jovem mago consiste em conhecer a si mesmo (referência a Sócrates, talvez) para combater algo maior – uma sombra – que fora libertada através de um feitiço de invocação dos mortos, por puro ato de vaidade. A partir de então, nos embrenhamos em alto mar, pois estar em chão firme, já não é mais seguro. Suas viagens consistiam em juntar forças para cada vez mais adentrar a sua essência, seja ela qual for.

Em meio as ilhas de Terramar desbravamos lugares e conhecemos pessoas fantásticas que sempre acrescentam lições de vidas, não apenas na vida do personagem, mas nas nossas também e percebemos a importância do silêncio e o poder das palavras, principalmente do nome atribuído a cada um ou coisa, a assumir os erros e enfrentar os medos. 

Ursula K. Le Guin até então era desconhecida por mim e pelo fato de ter sido a precursora do gênero fantasia despertou em mim um grande apreço que fez minha entrega pelo livro ser completa, a ponto de não querer desgrudá-lo até terminar seu conteúdo. Talvez para aqueles leitores que aguardam grandes reviravoltas, este exemplar não agrade muito, pela escrita profunda, linear e bastante madura! Melhor ainda que o livro é o prologo da escritora argumentando com maestria de forma simplista o que a fez escrever e o porquê! Conquistando-me plenamente e me despertando questão desafiadoras, entre elas: a autodescoberta! 

O Lar das Crianças Peculiares (Filme)

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Se você é daquele tipo que adora uma boa adaptação do livro no cinema, saiba que essa obra vai te decepcionar um pouquinho. Sempre gostei e achei um máximo o trabalho de TIM BURTON nas telinhas, como Edward, mãos de tesouras, O estranho mundo de Jack, A fantástica fábrica de chocolate e entre outros... mas, confesso que a ideia utilizada neste longa não me agradou, por conta das expectativas que criei. 

É um perigo conhecer familiarmente os livros e assistir aos seus filmes. Você passa a travar batalhas dentro de si. Desde quando conheci o livro do Orfanato da Sra Peregrine, foi amor à primeira vista, era ainda aquela capa mais sombria do que a de hoje e logo fiquei confabulando sobre seu conteúdo. Mas, enfim... como diversas vezes (diga-se de passagem, quase todas) ouvimos que a arte do cinema não acompanha a da literatura, vamos deixar de blá,blá e falar do filme, pois deve ter muita gente curiosa. 

A história gira em torno de Jacob, um garoto solitário, que sempre sonhou com as histórias que seu avô lhe contava a respeito de um orfanato e de crianças peculiares. E depois da sua estranha morte, parte com seu pai para uma ilha no país de Gales. Lá, ele encontra uma mansão abandonada, que embora pareça destruída reserva muito mais segredos e perigos que o tempo que passara.  

Sei que comecei destilando um pouco do meu veneno (rs), mas o filme em si não é ruim, fiquei vislumbrada de como minha imaginação quando lia o livro foi fiel a tudo que vi no cinema, imaginei cada detalhezinho. A história se desenvolve de maneira muito superficial e talvez pelo fato de tentarem enquadrar no gênero infanto-juvenil o aspecto sombrio ficou de lado, dispensando uma boa dose de drama, o que tenho certeza de que não agradou aos fãs, principalmente a mim.

Os acontecimentos fluem muito rapidamente, a ponto que do meio para o final do filme inclui uma história totalmente estranha a da continuação, o que foi um grande desperdício, perdendo detalhes, histórias e aspectos fantásticos do Livro II – Cidade dos Etéreos. Alguns personagens foram cortados, outros tiveram suas peculiaridades trocadas, meio sentido; o personagem principal é fraco; a Sra Peregrine é bem mais simpática que no livro. Eles não fazem diferenças entre os acólitos e etéreos, mas, ainda assim não seria absurdo afirmar que este é um trabalho típico do Tim, que sempre abusa de seu traço peculiar sombrio.  Infelizmente, o roteiro precisava ser bem mais trabalhado, porque poderia ser uma história muito especial!

Não deixe de ler nossa crítica dos livros:

O orfanato da Sra Peregrine - http://universodeutopia.blogspot.com.br/2016/04/o-orfanato-da-srta-peregrine-para.html

Cidade dos Etéreos - http://universodeutopia.blogspot.com.br/2016/05/cidade-dos-etereos-livro-ii-serie-o.html

Trailler: